terça-feira, 9 de agosto de 2016

Harry Potter | O vício instalou-se



   Desde sempre que a minha mãe insiste para eu começar a ler o famoso *british accent* Harry Potter, mas eu nunca liguei. Nunca tinha visto os filmes completos em 14 anos e 11 meses da minha vida, vi muito muito pouco, só aquele olhar de olhos lá de vez em quando para a televisão.
  No dia 22 fui para o Faial e como foram 15 horas de barco (sim, 15 horas) levei um livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. E pronto, o vício instalou-se. Acabei o 1º e como estava fora de casa fui à biblioteca buscar o 2º e já estou a meio.  
  Em relação aos filmes vi o 1º e vou esperar para acabar o 2º livro para ver o 2º filme, e assim sucessivamente. 
  A autora consegue captar aquela atenção dos leitores e inventa cada coisa, cada uma mais mágica e fantástica do que a outra. Estou a adorar e recomendo a toda a gente.

E vocês, já leram/viram Harry Potter?
Rose Mary         

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Journal 08.08.16


Passados 18 dias, hoje finalmente estive com o N. Já estava cheia de saudades do meu babyy haha (o N. é o meu namorado e como fui 17 dias para o Faial ainda não o tinha visto).
Nós mais uns amigos fomos à praia. Estava bom tempo, não estava muito quente nem muito ventoso. O mar estava divertido, com ondas médias e lá de vez em quanto vinha uma maiorzinha que a outra, adoro quando o mar está assim, nem muito bom nem muito mau.
Beijinhos para cá, abraços para lá. Risos, risos e risos. Ir à praia com ele é uma das melhoras coisas no verão, he's just soo cuuuute! ♥ 
Agora à noite vou jantar a casa do meu priminho pois ele faz 5 aninhos. Devo de voltar para agendar uns posts para vocês, hehe :)

Como foi o vosso dia?
Rose Mary 

Morre lentamente | Poema #1





"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
 quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,

não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, 

corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos
.
Morre lentamente,
 quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo 
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar."


Pablo Neruda

Decidi trazer-vos um dos meus poemas preferidos e que me toca mais. Espero que gostem e que bebam as emoções que transmite.


Rose Mary



domingo, 7 de agosto de 2016

Update

Estive ausente mais de 7 meses. O que é que aconteceu entretanto?
  •  Eu e o L. acabámos em dezembro;
  • Estou neste momento com o N., outra vez, sim eu sei...
  • Consegui concluir o 9º ano com boas notas (as que esperava, conseguindo um 5 a História! :D) e com bons resultados nos exames;
  • Neste verão realizei uma viagem com o meu grupo de teatro ao Faial (nos Açores) para apresentar a nossa peça, mas falarei nisso noutro post, talvez :p;
Não houve mudanças "drásticas" a não ser de amores. Estes foram os assuntos com mais destaques, se entretanto me lembrar de alguma coisa publico aqui.

Vou tentar ser mais ativa, I promise!
Rose Mary


Tenho saudades


Tenho saudades de escrever aqui
Saudades do vosso apoio,
Saudades do vosso carinho,
Saudades de receber aqueles emails a avisar que tinha comentários novos,
Saudades de desabafar,
Saudades de ter motivação para este cantinho,
Saudades de estar empenhada para que isto resultasse.

Vou tentar voltar, tentar
 Rose Mary

sábado, 9 de janeiro de 2016

Acabou.


Acabou este estilo de vida sedentário, sem desporto nenhum, para além das meras aulas de educação física que nem me esforço como deve de ser.
Ontem, no provador da Zara, decidi para mim mesma "Rose, tu vais entrar em algum raio de desporto. Não podes continuar sempre sentada no computador e as únicas atividades físicas são as aulas e as caminhadas escola-casa."
Não é que eu tenha excesso de peso, porque não tenho. Tenho um corpo magro, mas pronto há sempre aquela barriga que não se gosta e aquelas pernas um pouco gordinhas, vocês raparigas entendem! Right?
Pedi ontem à minha mãe para reconsiderar em eu ir para a natação outra vez. Visto que é o único desporto que há perto da minha casa e que eu gosto. Não queria nada de volley e basket e coisas assim que, normalmente, as escolas têm.
Já estive dos 6 aos 8 anos e dos 10 aos 11 anos lá, não é nenhuma novidade para mim. 
Além disso:
  •   É perto de casa;
  • Só me vai fazer bem;
  • Vou ter uma vida mais saudável;
  • Vai reduzir o meu stress;
  • Tenho uma amiga muito chegada/de infância/vizinha/colega de turma (wow haha) lá.

Não costumo fazer uma lista de "objetivos" para 2016, mas penso neles, e sem dúvida que vai ser mudar o meu estilo de vida
Desculpem por não ter vindo aqui, tenho 1001 novidades.

 Sei que já vou tarde, mas feliz 2016 a todas!
Rose Mary

 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Perdida na dor e na aguardente

E aqui estou eu, com os olhos inchados, sem poder olhar para a luz, fixando as marcas e os traços traçados por uma lâmina velha no meu pulso direito, como se fosse arte e como se esta precisasse de ser notada, admirada, e deitada na minha cama sem saber como cá vim parar, com as olheiras  negras do eyeliner borrado e da ressaca que me consome e enfraquece. Uma dor que rói as últimas forças, uma desilusão e vergonha perante aqueles que me viram num estado de decepção autêntica e uma camisa preta vomitada é tudo o que tenho agora.
Para que foi isso? Para que foi esta merda? O que se passa comigo? Quem sou eu? Já não me identifico com aquela que eu era, que eu me sentia... Julgava-me uma rapariga em quem me podia orgulhar, com razões de louvar, inteligente e de respeito. E agora? O que aconteceu? Porque é que tudo mudou na minha vida, até mesmo eu própria?
Cada vez que dou um passo neste caminho da vida sinto que me humilho, que me arrasto para um futuro sem sentido, sem direcção, turvo e perdido.