quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Para lá e para cá

 



  Nestas férias o que mais tenho feito é viajar. Acho que nunca viajei tanto em tão pouco tempo. Está a ser um verão cheio de oportunidades.

  1. Viagem para Santa Maria, no início de junho, um fim-de-semana, com o meu pai
  2. Intercâmbio para Liverpool, durante 15 dias, no início de julho 
  3. Viagem com o meu grupo de teatro para a Terceira, durante 4 dias, no final de julho
  4. Viagem para o Faial, durante 7 dias, com a minha família
E ainda ia haver mais uma! Meu deusssss! Tenho aproveitado cada pedacinho das novas aventuras que tenho tido. São muitas viagens e mal paro cá na minha ilha, mas pronto, é verão, há que aproveitar.

E vocês, o que têm feito estas férias?

Rose Mary 

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Back | 635 Dias vs 14 Dias

E quem diria que passado tanto tempo reencontraria este nosso cantinho? É, de facto, refrescante saber que apesar de tudo poderei sempre voltar a este spot e libertar os macaquinhos da cabeça. 
Sim, nós voltamos para vos chatear durante mais uns tempos. (eheh)
Voltamos, não como as mesmas pessoas, visto que fomos abraçadas por mudanças em todos os aspetos, mas com os mesmos corações que, no fundo, nos encaminham sempre para aqui. 

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Como devem recordar, as últimas postagens que me pertencem foram sobretudo relacionadas com a dor e desgosto desmedido que a partida do meu pai me provocaram.
Aguentei, sobrevivi. Cá estou eu, 635 dias após o nosso último abraço. O nosso "Até já" estendeu-se exatamente por esta acumulação monstruosa de manhãs, tardes, noites apáticas, vazias em certo modo. 

358 dias muda muita coisa | Ansiedade

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Tanta mas tanta coisa mudou em mim. Não só cresci fisicamente, as minhas feições mudaram, a altura, etc, mas também o psicológico... 
 Este foi, até agora, o pior ano da minha saúde mental. Entrar para o 10º ano desgastou-me de uma maneira estúpida. Tudo começou em setembro, já logo no primeiro dia aquela ansiedade estava presente, e foi piorando, e piorando. Até chegar ao ponto de ter ansiedade por tudo e por nada. Eu estudava imenso, fazia 200 exercícios para uma m*rda de um teste, pensava que era aquilo que me ia fazer ter boa nota, porque o meu futuro estava todo em jogo. M*rdas, m*erdas que só me f*deram o psicológico. 
 Não sei se esta ansiedade apareceu com o crescimento ou se a escola contribui para, mas sei lá, a vida antes era muito mais fácil sem este sentimento quase todas as noites que me sufoca o peito e enche-me de pensamentos e preocupações tolas. 
 Com esta ansiedade, a autoconfiança veio cá para baixo e o "overthinking" estava presente em quase tudo. Para quase todas as minha ações eu pensava em todos os piores cenários possíveis, é doentio. 
 Para ser sincera nem sei porque estou a escrever isto no passado, porque ainda estou a sentir isto quase todos os dias. Neste momento são 02:32 e estou com o meu peito suprimido sem razão.
Passado cerca de 3 meses a minha mãe decidiu-me por numa psicóloga. Ainda estou lá passado quase 8 meses. O balanço não é lá muito positivo, mas se calhar conto isso noutro post... Ajudou-me algumas técnicas sim, mas não me deu um botão off. 
 Lembro-me de um dia em que fiquei de consciência pesada por não me despedir de um cão que encontrei numa rua, tipo, digam-me que maluquice é esta? Penso que tenho de agradar a todos, que não posso desiludir ninguém.
Depois, houve alturas em que estava mesmo frágil emocionalmente. Posso contar isso noutro post, é melhor... Este já está gigantesco.
De resto não mudou grande coisa. Mesmos amigos, mesmo namorado, mesma casa, mesma escola.
Sentia falta de escrever e desabafar aqui, espero não me desconectar disto assim tão cedo.

Rose Mary 
 
 
 


De volta


Olá? Ainda está aí alguém? Ainda está aí alguém que se lembre de nós? Helloooo?
 Entãooo,  eu e a Biaa estivemos juntas ontem e decidimos tentar voltar a estar ativas aqui. Faz quase um ano que desde a nossa última postagem, e tanta coisa mudou. Pelo menos na minha vida. Mas isso vou escrever no post de amanhã. Agora fica aqui um aviso que estamos de volta. 
 Até amanhã, 
Rose Mary 

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Harry Potter | O vício instalou-se



   Desde sempre que a minha mãe insiste para eu começar a ler o famoso *british accent* Harry Potter, mas eu nunca liguei. Nunca tinha visto os filmes completos em 14 anos e 11 meses da minha vida, vi muito muito pouco, só aquele olhar de olhos lá de vez em quando para a televisão.
  No dia 22 fui para o Faial e como foram 15 horas de barco (sim, 15 horas) levei um livro, Harry Potter e a Pedra Filosofal. E pronto, o vício instalou-se. Acabei o 1º e como estava fora de casa fui à biblioteca buscar o 2º e já estou a meio.  
  Em relação aos filmes vi o 1º e vou esperar para acabar o 2º livro para ver o 2º filme, e assim sucessivamente. 
  A autora consegue captar aquela atenção dos leitores e inventa cada coisa, cada uma mais mágica e fantástica do que a outra. Estou a adorar e recomendo a toda a gente.

E vocês, já leram/viram Harry Potter?
Rose Mary         

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Journal 08.08.16


Passados 18 dias, hoje finalmente estive com o N. Já estava cheia de saudades do meu babyy haha (o N. é o meu namorado e como fui 17 dias para o Faial ainda não o tinha visto).
Nós mais uns amigos fomos à praia. Estava bom tempo, não estava muito quente nem muito ventoso. O mar estava divertido, com ondas médias e lá de vez em quanto vinha uma maiorzinha que a outra, adoro quando o mar está assim, nem muito bom nem muito mau.
Beijinhos para cá, abraços para lá. Risos, risos e risos. Ir à praia com ele é uma das melhoras coisas no verão, he's just soo cuuuute! ♥ 
Agora à noite vou jantar a casa do meu priminho pois ele faz 5 aninhos. Devo de voltar para agendar uns posts para vocês, hehe :)

Como foi o vosso dia?
Rose Mary 

Morre lentamente | Poema #1





"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê,
quem não ouve música,
quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente,
 quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente,
quem se transforma em escravo do hábito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos,
quem não muda de marca,

não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente,
quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente,
quem evita uma paixão,
quem prefere o negro sobre o branco
e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,
sorrisos dos bocejos, 

corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente,
quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho,
quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos
.
Morre lentamente,
 quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente,
quem abandona um projeto antes de iniciá-lo,
não pergunta sobre um assunto que desconhece
ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
recordando sempre que estar vivo 
exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar."


Pablo Neruda

Decidi trazer-vos um dos meus poemas preferidos e que me toca mais. Espero que gostem e que bebam as emoções que transmite.


Rose Mary